Deep Plane Facelift

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Deep Plane Facelift: Rejuvenescimento Real de 10 a 15 Anos

Por Dr. Etienne Soares Miranda | Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (CRM-MG 38.222 / RQE 19.467)

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O Dossiê do Rejuvenescimento Natural

Você se olha no espelho e não reconhece quem está ali.

O rosto parece cansado. O contorno sumiu. A pele pesa.

Mas você não está cansado. Você está ativo, realizado — e o espelho simplesmente mente.


Junto com essa sensação, vem um medo silencioso.

“E se eu operar e ficar com cara de esticada?” “E se todo mundo perceber?” “E se eu perder meu rosto?”

Esse medo é legítimo. É o maior motivo pelo qual pacientes exigentes adiam a decisão.

Técnicas antigas puxam a pele para o lado. O resultado aparece — e não do jeito bom.

O Deep Plane Facelift resolve exatamente esse problema.

Ele não estica pele. Ele reposiciona as estruturas profundas do rosto — SMAS, ligamentos, musculatura e coxins de gordura — devolvendo o contorno perdido.

O resultado não é um rosto “operado”. É o seu rosto, mais jovem.

Análise Comparativa

Deep Plane vs Lifting Tradicional

Critério ✦  Deep Plane Facelift Lifting Tradicional (SMAS)
Plano Cirúrgico Profundo — libera ligamentos e
reposiciona estruturas em bloco
Superficial — traciona
apenas o SMAS
Naturalidade Muito alta — vetores verticais,
sem distorção de expressão
Resultado Imperceptível
Moderada — risco de
tração lateral visível
Pode Denunciar
Cicatriz SMAS suporta 100% da tensão.
Pele fecha sem pressão — linha fina, invisível.
Sem risco de pixie ear.
Tensão recai na pele.
Risco de alargamento e
pixie ear com o tempo.
Terço Médio Completo — eleva coxins malares
e trata sulco nasogeniano
Tratamento Completo
Abordagem limitada
Limitado
Duração 10 a 15 anos 5 a 8 anos
Indicação para Homens Técnica preferencial — preserva costeleta,
linha do cabelo e angularidade masculina
Ideal
Risco de alterar dinâmica
facial e posição das costeletas
Risco Moderado
Identidade Facial Alta — reposiciona sem alterar
expressão ou traços únicos
Pode modificar discretamente
a dinâmica facial

* Resultados individuais variam conforme anatomia e grau de envelhecimento. Avaliação presencial necessária.

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O Teste de 10 Segundos: Entenda Seu Vetor de Envelhecimento

Antes de continuar lendo, faça isso agora.

Deite-se de costas e segure um espelho acima do rosto.

Observe o que acontece. A gravidade empurra os tecidos profundos de volta para o lugar. O sulco suaviza. A maçã do rosto sobe. O contorno mandibular reaparece.

Esse é exatamente o rosto que você tinha 15 anos atrás.

E esse é exatamente o vetor vertical que o Deep Plane recria cirurgicamente.

Agora, fique de pé e puxe a pele lateralmente com os dedos. Viu o resultado artificial? É isso que o lifting tradicional faz — tração horizontal. O rosto fica esticado, não rejuvenescido.

A diferença entre os dois gestos é a diferença entre as duas técnicas.


O Que é o Deep Plane e Por Que Funciona

O Deep Plane é uma evolução técnica do lifting clássico.

Ele atua abaixo do sistema aponeurótico, liberando os ligamentos que ancoram os tecidos da face. Isso permite mover as estruturas em bloco — não apenas puxar a pele por cima.

O envelhecimento não começa pela pele. Começa pelas estruturas profundas.

O Dr. Etienne Soares Miranda explica: ao liberar esses pontos e reposicionar os tecidos verticalmente, a cirurgia devolve volume ao terço médio e redefine o contorno mandibular de forma anatômica.

O rosto não é puxado. Ele é reposicionado.

Reposicionamento dos Coxins de Gordura (Malar Fat Pads)

Com o envelhecimento, os coxins de gordura malar — a “maçã do rosto” — escorregam para baixo.

Esse deslocamento cria sulcos profundos, apaga o relevo jovem das bochechas e faz o rosto parecer murcho.

O Deep Plane eleva esses coxins de volta à posição original. O volume retorna — sem 1 ml de ácido hialurônico. O rosto recupera a projeção natural que definia sua juventude.

A Mecânica Real da Cicatriz Imperceptível

O Deep Plane produz cicatrizes melhores — e existe uma razão técnica precisa para isso.

No lifting tradicional, a tensão recai sobre a pele. Isso alarga a cicatriz com o tempo, repuxa a orelha e cria a temida deformidade conhecida como “pixie ear” — a orelha de duende, puxada para baixo de forma antinatural.

No Deep Plane, o SMAS suporta 100% da carga de elevação. A pele não carrega tensão alguma. Isso significa que a cicatriz fecha sob pressão mínima, permanece fina e se torna praticamente invisível nas semanas seguintes.

Não há repuxamento. Não há pixie ear. Há apenas uma linha discreta que ninguém encontra.

Por Que Pacientes Exigentes Escolhem Essa Técnica

Naturalidade não é opcional para quem tem vida pública ou social intensa.

O Deep Plane entrega um resultado duradouro, harmônico e silencioso. Ninguém precisa saber. Você simplesmente parece descansado.

O envelhecimento facial não é apenas sobre rugas superficiais. É sobre a perda da arquitetura que define quem somos. Ao olhar no espelho, muitos pacientes relatam uma desconexão dolorosa entre a energia jovial que sentem internamente e a imagem cansada — muitas vezes descrita como “derretida” — que veem refletida. Em minha prática diária na Clínica Sollos, no bairro de Lourdes em Belo Horizonte, percebo que essa queixa vai muito além da vaidade; trata-se de identidade e autoestima.

Durante décadas, a cirurgia plástica clássica tentou resolver esse problema complexo de uma maneira simplista: esticando a pele. O raciocínio era puramente bidimensional: “se caiu, puxe para cima”. No entanto, essa abordagem superficial gerou gerações de resultados estigmatizados — rostos com aparência de “túnel de vento”, lóbulos de orelha distorcidos, bocas alargadas (“fish mouth”) e cicatrizes visíveis sob tensão.

A revolução veio com o entendimento da anatomia profunda. O Deep Plane Facelift (Lifting de Plano Profundo) não é apenas uma técnica cirúrgica refinada; é uma filosofia de restauração anatômica. Diferente dos liftings tradicionais, ele não depende da pele para sustentar o rosto. Ele reposiciona as camadas musculares e de gordura que realmente sofreram com a ação da gravidade, devolvendo-as ao lugar de origem sem tensão.

Neste guia definitivo, escrito com a transparência técnica que prezo na relação médico-paciente, vou detalhar cada aspecto dessa cirurgia que se tornou o “padrão-ouro” mundial em rejuvenescimento facial.

Capítulo 2: Deep Plane vs. Lifting Tradicional – O Veredito Técnico

A confusão é comum. Muitos pacientes chegam à clínica perguntando “qual a diferença?”. Abaixo, detalho os pontos críticos que diferenciam uma cirurgia moderna de uma técnica obsoleta.

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Por que o Lifting Tradicional não resolve totalmente o “Bigode Chinês”?

 

Muitos pacientes chegam ao consultório frustrados porque tratamentos anteriores ou cirurgias menos invasivas não conseguiram eliminar o famoso ‘bigode chinês’ (sulco nasogeniano). A razão para essa dificuldade é puramente anatômica: existem ligamentos que ‘prendem’ a musculatura do rosto, impedindo que ela suba apenas com a tração da pele.

Neste vídeo didático, faço uma demonstração esquemática visual para que entenda exatamente o que acontece debaixo da sua pele. Você verá a diferença crucial entre apenas esticar a superfície (Lifting Tradicional) e liberar as estruturas profundas (Deep Plane Facelift) para reposicionar verdadeiramente os tecidos. Assista à explicação completa abaixo.

 

 

A Armadilha do Mini Lifting

Muitos pacientes chegam à consulta com uma pergunta na ponta da língua:

“Doutor, e se eu fizer só um mini lifting? Menos invasivo, recuperação mais rápida…”

É uma pergunta honesta. E merece uma resposta direta.

O mini lifting trata a superfície. Ele descola e reposiciona a pele — sem tocar nos ligamentos, sem mobilizar o SMAS, sem corrigir as estruturas profundas que causam o problema.

Pedir um mini lifting para um problema estrutural é como pintar as paredes de uma casa com a fundação comprometida. O resultado aparece por alguns meses. Depois, tudo volta — muitas vezes pior, com tecido já manipulado e cicatrizes prévias que dificultam uma reoperação adequada.

Para flacidez leve em pacientes jovens, o mini pode ter lugar. Mas para quem tem indicação real de Deep Plane, o “atalho” quase sempre leva a uma segunda cirurgia dentro de poucos anos.

O Deep Plane é o trabalho bem feito, feito uma vez só. Pacientes de alto padrão entendem esse cálculo rapidamente.


A Alforria dos Injetáveis: Deep Plane e o Fim do Pillow Face

Existe um problema silencioso entre pacientes de alto padrão.

Anos de harmonização facial acumulam volume. O rosto fica cheio demais. Pesado. Largo. As maçãs do rosto inflamam. O queixo some sob camadas de produto.

Esse é o Pillow Face — e ele tornou-se a nova insegurança de quem mais gastou com estética.

O Deep Plane não é apenas uma cirurgia antienvelhecimento. Para esses pacientes, ele é uma restauração anatômica.

A técnica permite remover o excesso de volume artificial, reposicionar os tecidos na proporção correta e devolver a leveza, a definição e a identidade original ao rosto.

O resultado: um rosto esculpido, estruturado, com a anatomia de volta. Sem o aspecto inchado dos preenchedores acumulados. Sem a necessidade de mais produto.

Para quem já investiu muito em harmonização e chegou a um beco sem saída, o Deep Plane frequentemente é o único caminho para voltar a parecer natural.


O Fator Executivo: Deep Plane para Homens

Homens de 45 a 65 anos estão entre os pacientes que mais buscam o Deep Plane — e os que menos falam sobre isso abertamente.

O motivo é simples: líderes, empresários e executivos precisam manter uma aparência disposta e competitiva. Mas o maior medo masculino não é a cirurgia. É o resultado errado.

“E se eu ficar com cara de plástico?” “E se alterar minha costeleta ou minha linha do cabelo?” “E se perder a masculinidade do meu rosto?”

Esses medos são legítimos — e o Deep Plane os resolve todos.

A técnica vertical não altera a implantação do cabelo. Não repuxa a costeleta. Não feminiza o olhar nem o contorno facial. Pelo contrário: ao reposicionar estruturas profundas e redefinir a mandíbula, ela acentua a angularidade e a projeção que definem a aparência masculina forte.

O Deep Plane é, na prática, a técnica mais indicada para homens justamente porque respeita as estruturas que constroem a masculinidade facial.

O resultado no executivo: um rosto que transmite energia, autoridade e disposição. Sem que ninguém saiba o que mudou.


Para Quem o Deep Plane é Indicado

A indicação é anatômica — não é por idade.

Sinais Clínicos e Faixa de Idade

Geralmente recomendado para pacientes entre 40 e 70 anos com:

  • Perda de definição mandibular
  • Sulco nasogeniano profundo
  • Queda do terço médio e dos coxins malares
  • Flacidez cervical presente
  • Fadiga de injetáveis com excesso de volume acumulado

Flacidez Moderada a Avançada no Terço Médio

Quando o preenchimento para de funcionar, o problema é estrutural.

Nenhum produto resolve o que é mecânico. Só o reposicionamento muscular profundo restaura o contorno real.

Quem Não Tem Indicação

  • Jovens com flacidez leve (nesse caso, o mini pode ser considerado)
  • Quem busca mudança radical de traços
  • Pessoas com expectativas irreais

Essa técnica preserva identidade. Não muda quem você é.


Deep Plane + Deep Neck Lift: O Contorno Completo

Tratar apenas a face sem tratar o pescoço é resolver metade do problema.

O contorno mandibular definido — sem papada, sem jowls — exige que a estrutura profunda do pescoço seja corrigida junto com a face.

O Deep Neck Lift vai além da lipoaspiração superficial. Ele trata os músculos platisma e as glândulas submandibulares, que são responsáveis pela projeção indesejada do pescoço mesmo após perda de peso.

Quando Deep Plane e Deep Neck Lift são feitos juntos, o resultado é uma mandíbula limpa, um ângulo cervical jovem e uma continuidade harmônica entre rosto e pescoço.

Para quem tem queixa importante no pescoço, essa associação não é um plus — é o que determina um resultado realmente completo.


E Depois dos 15 Anos? O Relógio Não Para — Ele Atrasa

Essa é uma das perguntas mais frequentes. E merece uma resposta honesta.

O Deep Plane não interrompe o envelhecimento. Nenhuma cirurgia faz isso.

O que ele faz é atrasar o relógio em 10 a 15 anos. Você continuará envelhecendo após a cirurgia — mas a partir de um ponto muito mais jovem.

Pense assim: se hoje você aparenta 55 anos e a cirurgia te leva ao patamar de 40, daqui a 15 anos você terá 70 anos cronológicos e aparência de 55. Você não “despenca”. Você simplesmente envelhece com 15 anos de vantagem.

A sustentação profunda do SMAS e dos ligamentos garante que a estrutura permaneça firme por muito mais tempo do que qualquer técnica superficial. E quando — e se — uma revisão for necessária no futuro, ela parte de uma base anatômica muito mais sólida.

O Deep Plane não é um procedimento temporário. É um investimento estrutural no seu rosto.


O Resultado Fica Artificial?

Não. E existe uma razão técnica clara para isso.

O aspecto artificial surge quando há tração horizontal exagerada. No Deep Plane, o vetor é vertical — o oposto do envelhecimento.

A técnica profunda respeita o posicionamento original das estruturas. O rosto muda sutilmente — e ninguém consegue identificar o que mudou.

Com as semanas, o resultado se integra ao rosto de forma orgânica. Parece que sempre foi assim.


Anestesia, Internação e o Que Esperar no Dia da Cirurgia

Esse é o “elefante na sala” que pacientes pesquisam antes de qualquer consulta.

A cirurgia é feita sob anestesia geral. Em alguns casos, combina-se com sedação profunda. O objetivo é conforto total — você não sente, não ouve e não lembra de nada.

A internação é geralmente de 24 horas. Você entra no hospital pela manhã e recebe alta no dia seguinte.

A dor no pós-operatório é controlada com analgesia. A maioria dos pacientes descreve desconforto leve nos primeiros dias — não dor intensa. A sensação mais comum é de tensão e dormência, que regridem progressivamente.


O Deep Plane é Mais Arriscado?

Exige preparo avançado — mas não é mais perigoso quando feito pelo profissional certo.

A dissecção ocorre próxima ao nervo facial. O conhecimento preciso dos planos anatômicos é o que garante segurança.

A curva de aprendizado é longa. Experiência técnica não é diferencial — é pré-requisito.

Com especialista habilitado: baixa taxa de lesão neural, controle rigoroso de sangramento e estabilidade do início ao fim.


Como é a Recuperação

Mais tranquila do que a maioria imagina.

Primeiros 7 Dias

  • Edema moderado — esperado e controlável
  • Equimoses variáveis
  • Sensação leve de tensão
  • Faixa compressiva e repouso relativo

Retorno à Vida Social

  • Atividades leves: 10 a 14 dias
  • Eventos discretos: cerca de 3 semanas
  • Exercícios físicos: após 30 dias

Drenagem especializada acelera a regressão do edema e melhora o conforto na primeira semana.

Quando o Resultado Final Aparece

  • 30 dias: melhora visível e significativa
  • 90 dias: definição avançada
  • 6 meses: maturação completa

A sustentação profunda garante um resultado duradouro de 10 a 15 anos.


Pacientes com excesso de pele nas pálpebras frequentemente associam o lifting à [blefaroplastia em BH], promovendo rejuvenescimento global e integrado.

Para quem tem queixa importante no pescoço, a combinação com o [Lifting Cervical / Deep Neck Lift] trata a flacidez cervical e a papada de forma estrutural e definitiva.

A definição da técnica ideal começa com análise estrutural precisa. Uma [avaliação na Clínica Sollos em Lourdes] mapeia ligamentos, padrão muscular e volume acumulado com detalhamento real.


Perguntas Frequentes

O Deep Plane é mais perigoso que o lifting tradicional?

Não. Com cirurgião experiente em plano profundo, o risco é comparável. A técnica exige domínio anatômico — mas em ambiente hospitalar adequado, a segurança é alta.

Qual anestesia é usada? Vou sentir dor?

Anestesia geral. Você não sente e não lembra de nada durante o procedimento. O pós-operatório tem desconforto leve, controlado com analgesia. Dor intensa não é o padrão da recuperação.

Quanto tempo fico internado?

Geralmente 24 horas. Você entra pela manhã e recebe alta no dia seguinte.

Vou ficar com rosto repuxado?

Não. O Deep Plane reposiciona estruturas. Não traciona pele. Expressões naturais ficam preservadas. Você parece mais jovem — não operado.

As cicatrizes ficam visíveis?

Não. Como o SMAS suporta toda a tensão, a pele fecha sem pressão. As incisões tornam-se discretas e praticamente invisíveis. O risco de pixie ear é eliminado.

Por que não fazer simplesmente um mini lifting?

O mini lifting trata apenas a pele — sem tocar nas estruturas profundas. Para flacidez estrutural com indicação de Deep Plane, o mini resulta em duração curta e frequente necessidade de reoperação. O Deep Plane é o trabalho feito uma vez, com resultado duradouro.

O Deep Plane funciona bem em homens?

Sim — é a técnica mais indicada para homens. O vetor vertical não altera a costeleta, não repuxa a linha do cabelo e não feminiza o rosto. Pelo contrário: redefine a mandíbula e preserva a angularidade masculina.

E depois de 10 a 15 anos, o rosto “despenca”?

Não. O envelhecimento continua, mas a partir de um ponto 15 anos mais jovem. Você não perde o resultado de uma vez — você simplesmente envelhece com uma vantagem estrutural permanente.

O Deep Plane resolve o excesso de preenchimento?

Sim. A técnica permite remover volume artificial acumulado, reposicionar os tecidos na proporção correta e devolver leveza e definição. É a saída mais eficaz para quem chegou ao limite dos injetáveis.

Deep Plane Facelift: A Evolução da Cirurgia Facial com Resultados Naturais

O desejo por um rejuvenescimento facial que fuja do aspecto “esticado” ou artificial levou a medicina a um novo patamar. O Deep Plane Facelift (ou Ritidoplastia de Plano Profundo) é hoje considerado o “padrão ouro” para quem busca restaurar a juventude da face com elegância e naturalidade.

Neste artigo, explicamos por que o Dr. Etienne Soares Miranda consolidou-se como especialista nesta técnica pioneira em Minas Gerais.


O que é o Deep Plane Facelift?

Diferente do facelift tradicional, que foca na tração da pele e no tratamento superficial do SMAS (Sistema Músculo-Aponeurótico Superficial), o Deep Plane atua em uma camada mais profunda.

A técnica consiste na dissecção abaixo das camadas musculares, permitindo a liberação de ligamentos retentores da face. Isso possibilita o reposicionamento dos tecidos moles (como as maçãs do rosto e a linha da mandíbula) sem qualquer tensão na pele.

Referência Histórica: A técnica foi originalmente descrita pelo Dr. Sam Hamra em 1990, revolucionando a cirurgia plástica ao tratar a queda facial a partir de sua origem estrutural.


Os Diferenciais da Técnica: Por que os resultados são superiores?

    1. Vetores Verticais: Enquanto o lifting comum costuma “puxar” o rosto para trás, o Deep Plane eleva os tecidos verticalmente, combatendo a gravidade de forma direta.

    2. Tratamento do Terço Médio: É a técnica mais eficaz para elevar as bochechas e suavizar o “bigode chinês” e as “marionetes”.

    3. Preservação da Expressividade: Como não há tensão na pele, o paciente não fica com a boca repuxada ou o olhar alterado.

    4. Menor Edema: Estudos indicam que, ao preservar a rede linfática superficial, a recuperação pode ser surpreendentemente mais rápida que métodos antigos.

 

Quem é o Candidato Ideal?

O procedimento é indicado para pacientes que apresentam:

  • Queda acentuada do terço médio da face (maçãs do rosto “derretidas”).

  • Perda da definição da linha da mandíbula (jowls).

  • Flacidez moderada a severa no pescoço.

  • Desejo por um resultado duradouro (em média de 10 a 12 anos).

Um estudo comparativo publicado pelo Dr. Andrew Jacono na JAMA Facial Plastic Surgery demonstrou que o Deep Plane oferece uma melhora significativamente maior na região mandibular em comparação com técnicas de plicação de SMAS.


Recuperação e Pós-Operatório

A cirurgia é realizada em ambiente hospitalar com máxima segurança. O retorno às atividades sociais costuma ocorrer entre 14 a 21 dias. O uso de tecnologias auxiliares e o cuidado meticuloso com a hemostasia (controle de sangramento) garantem um pós-operatório mais confortável.


Por que o rosto “cai”? A Ciência por trás do Deep Plane

Para entender a superioridade do Deep Plane, precisamos de uma breve aula de anatomia. O rosto humano é composto por camadas (lamelas). A pele é apenas a “capa” externa e decorativa. Abaixo dela, existe uma estrutura fundamental de sustentação chamada SMAS (Sistema Músculo-Aponeurótico Superficial). É uma rede fibrosa que conecta os músculos da expressão facial.

Além do SMAS, temos os Ligamentos Retentores da Face. Imagine esses ligamentos como “árvores” ou “pilares” que têm raízes no osso e galhos que atravessam o músculo até chegar na pele, segurando tudo no lugar. Existem quatro grupos principais de ligamentos que sustentam a arquitetura facial:

  • Ligamentos Zigomáticos: Responsáveis por segurar as bochechas (maçãs do rosto) no lugar.
  • Ligamentos Mandibulares: Definem a linha da mandíbula.
  • Ligamentos Massetéricos: Situados na lateral da face.
  • Ligamentos Cervicais: Sustentam a estrutura do pescoço.

Com o passar dos anos, esses ligamentos se afrouxam e alongam, permitindo que os compartimentos de gordura desçam. O resultado visível é o surgimento do “bigode chinês” (sulco nasogeniano), do “buldogue” (jowls) e a perda completa do contorno mandibular.

“No lifting tradicional (antigo), o cirurgião não solta esses ligamentos. Ele apenas puxa o SMAS e a pele por cima deles. É como tentar esticar um lençol que está pregado no colchão: você cria tensão, mas o lençol não se move livremente. O resultado é um rosto esticado, tenso e com curta durabilidade.”

A Solução Deep Plane

No Deep Plane, nós entramos cirurgicamente abaixo do SMAS. A “mágica” acontece quando liberamos (soltamos) esses 4 ligamentos principais. Uma vez soltos, todo o bloco da face (músculo, gordura e pele) fica móvel. Podemos então reposicionar tudo para cima e para trás, sem fazer força. A pele apenas acompanha o movimento, acomodando-se suavemente, sem tensão alguma.

 

Capítulo 3: Benefícios Exclusivos que Mudam o Jogo

1. A Preservação da Identidade (O “Não-Operado”)

O maior medo dos meus pacientes não é a cirurgia em si, mas o resultado. “Doutor, tenho medo de não me reconhecer”. O Deep Plane é a antítese desse medo. Ao reposicionar os tecidos verticalmente (vetor vertical), combatemos a gravidade na direção oposta à queda. Técnicas antigas puxavam o rosto para trás (vetor horizontal), criando o aspecto “esticado”. O Deep Plane devolve suas feições de anos atrás, ele não cria um rosto novo. Você continua sendo você, apenas em sua melhor versão.

2. O “Midface” e o Fim do Olhar Cansado

Uma área frequentemente negligenciada é o terço médio da face (abaixo dos olhos). Com o envelhecimento, essa área achata e perde volume. O Deep Plane é uma das poucas técnicas capazes de elevar a gordura malar (maçã do rosto) de volta à posição original, o que melhora a transição pálpebra-bochecha, devolvendo o brilho e o aspecto descansado ao olhar, muitas vezes dispensando o uso excessivo de preenchedores.

3. Recuperação Acelerada e Menos Roxos

Pode parecer contra-intuitivo que uma cirurgia mais profunda tenha um pós-operatório melhor, mas é a realidade fisiológica. Ao dissecar no plano profundo, abaixo da fáscia muscular, evitamos cortar os pequenos vasos sanguíneos perfurantes que irrigam a pele. No lifting tradicional, essa rede vascular é frequentemente traumatizada. Meus pacientes frequentemente se surpreendem ao acordar com edema muito menor do que o esperado.

Potencializando Resultados (Combinações)

O Deep Plane Facelift é a “estrela do show”, mas raramente atua sozinho. Para uma harmonização facial completa na Clínica Sollos, frequentemente associamos outras técnicas no mesmo tempo cirúrgico:

  • 💆 Deep Neck Lift (Pescoço): Não adianta rejuvenescer a face e esquecer o pescoço. Realizamos a Platismoplastia (corset cervical) e tratamos as glândulas submandibulares para definir o ângulo da mandíbula.
  • 👁️ Blefaroplastia: A remoção do excesso de pele e bolsas de gordura das pálpebras complementa o lifting, abrindo o olhar.
  • 👄 Lip Lift: Com a idade, o lábio superior alonga. O Lip Lift encurta essa distância e everte o lábio, devolvendo sensualidade.
  • 💉 Lipoenxertia Facial (Nano Fat): Utilizamos a gordura do próprio paciente (rica em células-tronco) para repor volume em têmporas e melhorar a qualidade da pele (glow).

 O Passo a Passo da Sua Transformação

Fase 1: Consulta e Planejamento

Nossa primeira consulta dura cerca de uma hora. Avaliarei sua estrutura óssea, qualidade da pele e histórico médico. Solicitamos um “Risco Cirúrgico” completo (cardiologista e exames de sangue). A segurança é o pilar central.

Fase 2: O Dia da Cirurgia

Opero exclusivamente em hospitais de ponta em Belo Horizonte (com estrutura completa de CTI). A cirurgia dura de 4 a 6 horas, pois a meticulosidade não combina com pressa. A anestesia pode ser geral ou sedação venosa profunda com bloqueio local, garantindo conforto total.

Fase 3: O Diário de Recuperação

O que esperar do pós-operatório? Vamos ser realistas:

  • Dia 1 (Hospital): Você sai do bloco com curativo. Pouca ou nenhuma dor, apenas sensação de pressão.
  • Dia 2-3 (Em casa): Pico do inchaço. Repouso, compressas frias e cabeceira elevada.
  • Dia 7: Retirada dos primeiros pontos. O inchaço começa a ceder.
  • Dia 14: Retirada dos pontos restantes. A maioria dos roxos já sumiu. Muitos pacientes voltam ao home office.
  • Dia 30: Retorno à vida social e academia leve. O rosto já está apresentável e belo.

Capítulo 6: A Verdade sobre as Cicatrizes

A preocupação número um: “Onde ficam os cortes?”. A arte da cirurgia plástica é esconder os vestígios.

No Deep Plane, a incisão começa na região temporal (dentro do cabelo), desce contornando a frente da orelha (técnica retro-tragal, ou seja, a cicatriz fica dentro da cartilagem da orelha, tornando-se invisível), contorna o lóbulo e entra na linha do cabelo atrás da orelha.

Como não há tensão na pele, a cicatriz não alarga. Ela tende a se tornar um “fio de cabelo” branco e imperceptível socialmente.

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Por que escolher um Especialista?

A face possui uma anatomia complexa, repleta de nervos e vasos vitais. O Deep Plane Facelift exige uma curva de aprendizado longa e precisão cirúrgica extrema.

O Dr. Etienne Soares Miranda é Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e dedica-se ao aperfeiçoamento constante da filosofia “Full Face”, tratando o envelhecimento de forma global e personalizada.

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Este infográfico resume a trajetória de excelência do Dr. Etienne Soares Miranda, consolidando sua posição como uma das maiores autoridades em cirurgia facial do Brasil. O selo “Expertise e Reputação em Cirurgia Facial” reflete uma carreira construída sobre três pilares fundamentais:

  • Formação Acadêmica de Elite: Graduado em Medicina pela prestigiosa Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o Dr. Etienne completou sua residência médica na FHEMIG, um dos maiores e mais respeitados centros de formação cirúrgica do país. É Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e membro de sociedades internacionais de destaque como a International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS) e a International Confederation for Plastic & Aesthetic Surgery (IPRAS).

  • Pioneirismo e Inovação Global: Reconhecido como o cirurgião que introduziu o Deep Plane Facelift em Minas Gerais, o Dr. Etienne é um inovador constante. Sua técnica de Deep Neck Lift foi premiada com o Bronze Award no congresso mundial da ISAPS em Singapura (2025), um reconhecimento global de sua contribuição para a segurança e eficácia da cirurgia facial. Como palestrante convidado em congressos mundiais, ele compartilha sua filosofia “Full Face”, que trata o envelhecimento de forma integral e harmoniosa.

  • Reconhecimento Nacional e Confiança: A excelência de seus resultados é validada pela mídia e pelos pacientes. O Dr. Etienne conquistou o 1º Lugar no Ranking de Cirurgiões Plásticos especializados em face do Portal UAI / Estado de Minas, além de ser fonte de referência para veículos como o Portal R7 e o Guia Jampa. Seu alto índice de satisfação e sua abordagem ética são comprovados por inúmeros depoimentos de pacientes que rejuvenesceram com naturalidade, sem perder a própria identidade.

(CRM-MG 38.222 | RQE 19.467 & 17.446) – A segurança de ser operado por um especialista com credenciais verificadas e reputação inquestionável.

 
 

Referências Bibliográficas e Científicas

Para garantir a transparência e a base científica deste conteúdo, listamos as principais fontes de estudo desta técnica:

  1. HAMRA, S. T. The Deep-Plane Rhytidectomy. Plastic and Reconstructive Surgery, 1990. Acesse o estudo original aqui.

  2. JACONO, A. A., et al. A Comparison of the Deep-Plane Facelift with the SMAS-Plication Facelift. JAMA Facial Plastic Surgery, 2011. Ver publicação científica.

  3. SBCP. Portal oficial sobre Ritidoplastia e segurança do paciente. Site Oficial SBCP.

 

Dr Etienne Destaques na Mídia em Cirurgia Facial (Deep Plane)

Aqui ele aparece explicitamente como “Melhor”, “1º Lugar” ou “Referência”.

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